Regras que direcionam a poupança para a dívida pública ou mantêm os rendimentos abaixo da inflação, país por país.

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Japão

O Bank of Japan (banco central do Japão) ainda detém quase metade dos JGBs após uma década de controle da curva de juros e taxas negativas, encerrados em março de 2024. Reduz as compras lentamente, mantendo a taxa básica em 1,25 por cento. Recursos da previdência pública, um banco postal estatal, regras bancárias de capital e liquidez favoráveis aos JGBs e um grande programa estatal de crédito financiado por títulos acrescentam demanda estrutural por dívida pública.

Índice de repressão
64,9 / 100
Quando as leis aprovadas passarem a se aplicar
66,8 (+1,9)
  • 13 em vigor
  • 2 aprovadas
  • 1 proposta ou em discussão

Medidas em

Como o índice é construído

Cada segmento representa a contribuição de uma categoria de regras ou do pilar de mercado para o índice. A barra completa vale 100.

  • Demanda cativa 10,4
  • Financiamento pelo banco central 10,2
  • Controles de capitais 9,6
  • Tetos de juros 5,6
  • Viés prudencial favorável à dívida soberana 5,0
  • Crédito direcionado 4,0
  • Incentivos fiscais 4,8
  • Restrições a ativos reais 1,2
  • Tributos sobre transações 0,0
  • Pilar de mercado 14,1

Índice = 80% × regras (63,5) + 20% × mercado (70,7) = 64,9

O método em linguagem simples
  • Pilar de regras (0–100). Cada uma das 9 categorias pode somar até o seu peso (os pesos somam 100). A intensidade de uma categoria cresce com cada medida em vigor: uma medida conta pelo seu fator de intensidade (0,25 para intensidade 1, 0,5 para 2, 0,8 para 3), e cada medida adicional preenche parte do espaço restante. Assim, a abrangência contribui com retornos decrescentes: duas medidas de intensidade 3 resultam em 96%.
  • Pilar de mercado (0–100). Média dos indicadores de mercado abaixo: quanto a taxa básica de juros real é negativa e quanto da dívida pública é detido pelo próprio banco central e pelos bancos do país.
  • Índice. 80% de regras + 20% de mercado quando há dados de mercado; caso contrário, apenas regras. Leis aprovadas que ainda não se aplicam entram apenas na perspectiva; propostas nunca entram.

As 9 categorias

Peso = máximo de pontos que uma categoria pode acrescentar ao pilar de regras. Intensidade = parcela desse peso preenchida pelas medidas em vigor. Abra uma categoria para ver as medidas contabilizadas; “O que é isto?” mostra os instrumentos por trás dela, no mundo e ao longo da história.

  • 1 proposta não contabilizadasPeso 16Intensidade 81%Pontos 10,4

    Manutenção obrigatória de dívida pública por fundos de pensão, seguradoras ou bancos. O que é isto? →

  • Peso 16Intensidade 80%Pontos 10,2

    Compras de dívida pública pelo banco central, controle da curva de juros, financiamento monetário direto. O que é isto? →

  • 1 aprovada não contabilizadasPeso 16Intensidade 75%Pontos 9,6 → 11,2 quando as leis aprovadas passarem a se aplicar

    Limites à transferência de dinheiro para o exterior, limites a investimentos no exterior, controles cambiais. O que é isto? →

  • Peso 14Intensidade 50%Pontos 5,6

    Tetos ou limites de juros sobre depósitos ou empréstimos e taxas de juros administradas. O que é isto? →

  • Peso 10Intensidade 63%Pontos 5,0

    Regras prudenciais que favorecem a dívida soberana (ponderações de risco zero, regras de reservas de liquidez, isenções no índice de alavancagem). O que é isto? →

  • Peso 10Intensidade 50%Pontos 4,0

    Empréstimos direcionados pelo Estado, orientação do crédito e exigências de investimento no país ou em prioridades estatais. O que é isto? →

  • 1 aprovada não contabilizadasPeso 7Intensidade 85%Pontos 4,8 → 5,0 quando as leis aprovadas passarem a se aplicar

    Privilégios tributários para títulos públicos ou penalidades tributárias sobre ativos concorrentes. O que é isto? →

  • Peso 6Intensidade 25%Pontos 1,2

    Controles de aluguéis, restrições imobiliárias e limites à posse de ouro, dinheiro em espécie ou criptoativos. O que é isto? →

  • Tributos sobre transaçõesPeso 5Intensidade 0%Pontos 0,0

    Tributos sobre transações financeiras, impostos do selo e cobranças semelhantes sobre ativos não governamentais. Nenhuma medida em vigor aqui. O que é isto? →

Pilar de mercado 70,7 / 100

A média dos indicadores com dados disponíveis, com peso de 20% no índice (14,1 pontos aqui).

  • Taxa básica de juros real

    41,4 / 100

    -0,9% · jul. de 2026

    Taxa básica de juros menos inflação. Uma taxa real de +2% ou mais recebe pontuação 0; −5% ou menos recebe 100; entre esses limites, a pontuação varia linearmente. Os poupadores perdem mais quando ela é muito negativa.

    Taxa básica de juros de 1% menos inflação ao consumidor de 1.898% (em doze meses), 2026-07.

    Fonte: BIS central bank policy rates; BIS consumer prices

  • Dívida detida pelo banco central e por bancos nacionais

    100,0 / 100

    60,2% of government debt · 2025-Q4

    Parcela da dívida pública detida pelo banco central do país e pelos bancos nacionais. 0% recebe pontuação 0; 60% ou mais recebe 100; entre esses limites, a pontuação varia linearmente.

    Banco central: 41.9% + bancos nacionais: 18.27% da dívida do governo geral, 2025-Q4.

    Fonte: Sovereign Debt Investor Base for Advanced Economies / for Emerging Markets and Developing Economies (Arslanalp and Tsuda)

Indicadores

Dados observados de fontes internacionais, ao lado das regras acima. Juros reais abaixo de zero significam perda de poder de compra para os poupadores.

Taxa básica de juros real
-0,9%
jul. de 2026
Dívida pública
205% do PIB
2025
Efeito de liquidação (est.)
2,6% do PIB
por ano, à taxa real de 12 meses
Dívida detida pelo banco central
41,9%
4º trim. de 2025
Dívida detida por bancos nacionais
18,3%
4º trim. de 2025
Dívida detida por residentes não bancários
25,2%
4º trim. de 2025
Dívida detida por não residentes
14,6%
4º trim. de 2025
Abertura da conta de capitais
1,00 de 1
2023

Taxa básica de juros, inflação e taxa real

Juros reais negativos-6-4-20246200520102015202020251,91,3-0,9

Quem detém a dívida pública

010203040502005201020152020202541,925,218,314,6

O efeito de liquidação segue Reinhart e Sbrancia: com uma taxa real negativa, cerca de −(taxa real × dívida) do PIB são transferidos dos poupadores para o Estado a cada ano. O cálculo usa a taxa básica de juros, portanto deve ser tratado como uma estimativa aproximada. Fontes: BIS, BIS central bank policy rates; BIS consumer prices; IMF, IMF DataMapper: World Economic Outlook (October 2026); Fiscal Monitor (October 2026); Menzie D. Chinn and Hiro Ito, The Chinn-Ito Index (KAOPEN): a de jure measure of financial openness; IMF, Sovereign Debt Investor Base for Advanced Economies / for Emerging Markets and Developing Economies (Arslanalp and Tsuda).

Medidas

Todas as medidas acompanhadas aqui, com sua base legal e fontes. Apenas medidas em vigor entram no índice.

Em vigor (13)

  • Taxa básica administrada mantida abaixo de níveis neutros em relação à inflação

    Em vigor
    Desde
    24 de set. de 2026
    Categoria
    Tetos de juros
    Intensidade
    2 de 3

    Acrescenta 5,6 pontos ao índice

    O Bank of Japan (banco central do Japão) orienta a taxa interbancária de um dia para cerca de 1,25 por cento e paga 1,25 por cento sobre saldos bancários em conta corrente acima das reservas obrigatórias, desde 24 de setembro de 2026. O banco afirma que os juros reais continuam baixos e as condições financeiras, acomodatícias.

    Por que entra no cálculo: Com a taxa básica abaixo da inflação subjacente de quase 2 por cento, os rendimentos de depósitos e títulos curtos permanecem baixos em termos reais, corroendo os retornos dos poupadores e reduzindo o custo do serviço da dívida pública.

  • Índice de solvência baseado em valor econômico para seguradoras

    Em vigor
    Desde
    31 de mar. de 2026
    Categoria
    Viés prudencial favorável à dívida soberana
    Intensidade
    1 de 3

    Acrescenta 1,5 pontos ao índice

    Desde o exercício encerrado em 31 de março de 2026, seguradoras devem cumprir índice de solvência baseado em valor econômico de pelo menos 100 por cento, substituindo o antigo índice de margem de solvência. Ativos e passivos são avaliados de forma consistente com o mercado, portanto descasamentos de juros agora consomem capital.

    Por que entra no cálculo: Seguradoras de vida com passivos longos reduzem exigências de capital alongando a duração dos ativos, e, em ienes, o principal ativo de longa duração são JGBs de prazo muito longo.

  • Meta de alocação do fundo de reservas da previdência pública em títulos nacionais

    Em vigor
    Desde
    1 de abr. de 2025
    Categoria
    Demanda cativa
    Intensidade
    2 de 3

    Acrescenta 4,3 pontos ao índice

    A composição de ativos do Government Pension Investment Fund (fundo de investimento da previdência pública) para os exercícios de 2025 a 2029, em vigor desde 1 de abril de 2025, fixa meta de 25 por cento em títulos nacionais, com limite de desvio de mais ou menos 6 por cento. A previdência pública detinha 76,6 trilhões de ienes em JGBs em junho de 2026.

    Por que entra no cálculo: Uma alocação definida pelo Estado mantém um quarto da maior reserva previdenciária do mundo em títulos nacionais, sobretudo JGBs, dando ao governo um comprador grande e estável.

  • Carteira de JGBs do Bank of Japan e redução lenta das compras

    Em vigor
    Desde
    31 de jul. de 2024
    Categoria
    Financiamento pelo banco central
    Intensidade
    3 de 3

    Acrescenta 10,2 pontos ao índice

    O Bank of Japan (banco central do Japão) detinha 470,0 trilhões de ienes em JGBs em junho de 2026, 46,7 por cento do total. Pelo plano de junho de 2026, reduz as compras mensais em cerca de 200 bilhões de ienes a cada trimestre, até cerca de 2 trilhões de ienes a partir de abril de 2027, podendo ampliar compras ou realizar operações a taxa fixa se os juros longos subirem rapidamente.

    Por que entra no cálculo: O banco central absorve grande parcela da dívida pública e está pronto para conter altas bruscas dos rendimentos, mantendo os custos de financiamento longo e os retornos dos poupadores abaixo do que um mercado livre definiria.

  • Stablecoins limited to banks, fund transfer firms and trust companies; reserves in deposits and JGBs

    Em vigor
    Desde
    1 de jun. de 2023
    Categoria
    Demanda cativa
    Intensidade
    2 de 3

    Acrescenta 4,3 pontos ao índice

    Under the 2022 amendment to the Payment Services Act, in force since 1 June 2023, fiat-backed 'electronic payment instruments' may be issued only by banks, registered fund transfer service providers or trust companies, and intermediaries need registration. Trust-type stablecoins originally had to keep all backing money in demand deposits; from 1 June 2026 the 2025 amendment lets up to 50% of the issued amount be invested in JGBs and time deposits without principal loss. The first yen stablecoin, JPYC, was issued in October 2025 by a registered fund transfer service provider.

    Por que entra no cálculo: Stablecoin reserves have to sit in Japanese bank deposits or, up to a cap, in Japanese government bonds, so growth in yen stablecoins becomes new demand for bank funding and JGBs rather than a way around them.

  • Foreign stablecoins: equivalence test and holding/transfer cap at type-2 fund transfer level

    Em vigor
    Desde
    1 de jun. de 2023
    Categoria
    Controles de capitais
    Intensidade
    2 de 3

    Acrescenta 4,8 pontos ao índice

    Registered electronic payment instrument intermediaries may handle foreign-issued stablecoins (e.g. USDC) only if the issuer is licensed and supervised under equivalent foreign law, reserves are held and audited under equivalent rules, and the issuer can freeze transactions linked to crime. For such foreign stablecoins the intermediary must keep the amount it holds and transfers for each user at the same level as for stablecoins issued by type-2 fund transfer firms, whose transfers are capped at 1 million yen.

    Por que entra no cálculo: Residents can hold and move dollar stablecoins through domestic intermediaries only in small amounts, so foreign stablecoins cannot work as a large-scale way out of yen deposits.

  • Crypto investment trusts and ETFs blocked; planned opening tied to the FIEA reform

    Em vigor
    Desde
    27 de dez. de 2019
    Categoria
    Restrições a ativos reais
    Intensidade
    1 de 3

    Acrescenta 1,2 pontos ao índice

    Japanese investment trusts are meant to invest mainly in 'specified assets', and crypto is not one. On 27 December 2019 the FSA amended its supervisory guidelines to say that creating or selling investment trusts whose investment target is non-specified assets is not appropriate, citing the view that crypto investment encourages speculation. In its responses to public comments the FSA said crypto ETFs that are investment trusts can no longer be created or sold in Japan, and funds investing in foreign crypto ETFs are generally caught too. The FY2026 tax reform outline assumes a planned amendment to the Investment Trust Act Enforcement Order that would bring investment trusts investing in specified crypto assets under the 20% securities tax; that amendment has not been made.

    Por que entra no cálculo: Savers cannot reach bitcoin through ordinary brokerage, NISA or investment trust channels. They must use direct crypto accounts, where gains are taxed as miscellaneous income at progressive rates until the separate taxation applies.

  • Japan Post Bank: depósitos postais limitados investidos em JGBs

    Em vigor
    Desde
    1 de abr. de 2019
    Categoria
    Demanda cativa
    Intensidade
    1 de 3

    Acrescenta 1,8 pontos ao índice

    Os limites de depósitos do Japan Post Bank são definidos por decreto do gabinete sob o Postal Service Privatization Act (lei de privatização postal), atualmente 13 milhões de ienes para cada categoria, depósitos ordinários e a prazo. Em 31 de março de 2026, a valor justo, detinha 26,5 trilhões de ienes em JGBs mantidos até o vencimento e 10,6 trilhões em JGBs disponíveis para venda, contra empréstimos de 4,2 trilhões de ienes.

    Por que entra no cálculo: Um banco de grupo estatal capta poupança das famílias sob regras governamentais e, com poucos empréstimos, canaliza grande parte para títulos públicos.

  • Ganhos com criptoativos tributados como rendimentos diversos a taxas progressivas (nacionais de 5-45% mais tributo de residentes de 10%)

    Em vigor
    Desde
    1 de dez. de 2017
    Categoria
    Incentivos fiscais
    Intensidade
    3 de 3

    Acrescenta 4,0 pontos ao índice

    A National Tax Agency (agência tributária nacional) trata lucros da venda ou uso de criptoativos, em regra, como rendimentos diversos, ou empresariais se a receita anual de criptoativos superar 3 milhões de ienes e houver escrituração. Somam-se a salários e outras rendas, sujeitos a imposto nacional de 5% a 45% mais tributo de residentes de 10%, sendo 4% provincial e 6% municipal, além do adicional de reconstrução de 2,1% sobre o imposto nacional. Perdas com criptoativos não compensam outras rendas, e operações de margem com criptoativos são excluídas da tributação separada aplicável ao câmbio.

    Por que entra no cálculo: Manter bitcoin ou outros criptoativos em vez de depósitos em ienes ou JGBs sujeita poupadores de alta renda às maiores alíquotas progressivas sobre ganhos, sem compensação de perdas contra outras rendas.

  • Crypto exchange registration and ban on unregistered foreign exchanges soliciting residents

    Em vigor
    Desde
    1 de abr. de 2017
    Categoria
    Controles de capitais
    Intensidade
    2 de 3

    Acrescenta 4,8 pontos ao índice

    Since 1 April 2017, only firms registered with the Prime Minister (FSA) may run a crypto-asset exchange business, and an unregistered foreign exchange may not solicit anyone in Japan. The FSA publishes warning letters against offshore platforms serving Japanese residents (e.g. Bybit, MEXC, Bitget, KuCoin, Binance), and in February 2025 it reportedly asked Apple and Google to remove five such apps from the Japanese app stores.

    Por que entra no cálculo: Residents are confined to a small set of domestic licensed exchanges with limited token listings, and the FSA cuts off access to large offshore venues. This narrows the ways savers can move money out of the yen banking system into crypto held abroad.

  • Ponderação de risco zero e liquidez de nível 1 para JGBs em ienes

    Em vigor
    Desde
    31 de mar. de 2015
    Categoria
    Viés prudencial favorável à dívida soberana
    Intensidade
    2 de 3

    Acrescenta 3,5 pontos ao índice

    A FSA usa a discricionariedade nacional para atribuir ponderação de risco de 0 por cento a títulos públicos japoneses em ienes, que contam como ativos líquidos de alta qualidade de nível 1 pelas regras do Liquidity Coverage Ratio (índice de cobertura de liquidez), em vigor desde 31 de março de 2015.

    Por que entra no cálculo: Os bancos podem manter JGBs sem exigência de capital e usá-los para cumprir requisitos de liquidez, criando demanda regulatória constante por dívida pública.

  • Juros isentos em pequenas posições de títulos públicos (Tokubetsu-Maruyu)

    Em vigor
    Desde
    1 de jan. de 2006
    Categoria
    Incentivos fiscais
    Intensidade
    1 de 3

    Acrescenta 0,7 pontos ao índice

    Pelo Tokubetsu-Maruyu, pessoas com deficiência e outras pessoas elegíveis recebem juros de JGBs e títulos locais isentos sobre até 3,5 milhões de ienes de valor nominal. Outros juros são tributados a 20 por cento, mais adicionais.

    Por que entra no cálculo: Uma isenção específica para títulos públicos, separada do limite para depósitos, direciona poupadores elegíveis para a dívida pública.

  • Fiscal Investment and Loan Program financiado por títulos FILP

    Em vigor
    Desde
    abr. de 2001
    Categoria
    Crédito direcionado
    Intensidade
    2 de 3

    Acrescenta 4,0 pontos ao índice

    O governo empresta e investe em instituições de políticas públicas pelo Fiscal Investment and Loan Program (programa de investimentos e empréstimos fiscais), financiado principalmente por títulos FILP, um tipo de título público. O plano do exercício de 2026 soma 19,0 trilhões de ienes, aumento de 6,8 trilhões, para apoiar a Japan-U.S. Strategic Investment Initiative (iniciativa de investimento estratégico Japão–EUA), IA, semicondutores e outros setores prioritários.

    Por que entra no cálculo: O Estado aloca grande volume de crédito a suas prioridades ao custo de captação pública, deslocando empréstimos de mercado e ampliando a oferta de títulos públicos absorvida por compradores cativos.

Aprovada, ainda não em vigor (2)

  • Crypto moved under the Financial Instruments and Exchange Act (insider trading, void unregistered sales)

    Aprovada, ainda não em vigor
    Desde
    23 de jul. de 2026
    Categoria
    Controles de capitais
    Intensidade
    2 de 3

    Conta apenas na perspectiva: acrescenta 3,7 pontos quando passar a se aplicar

    The amendment to the Financial Instruments and Exchange Act and Payment Services Act (Act No. 64 of 2026, passed 15 July 2026, promulgated 23 July 2026) moves crypto trading regulation from the Payment Services Act to the FIEA. Crypto dealing, offerings and lending become financial instruments business, insider-trading and market-abuse rules apply to crypto, dealers must not handle crypto that fails standards needed for the public interest and investor protection, and sales by unregistered operators of crypto that no registered dealer handles are void as a rule. The penalty for unregistered business rises to up to 10 years' imprisonment and/or a 10 million yen fine. It is not yet in force: the crypto provisions take effect on a date set by Cabinet Order within one year of promulgation (so by July 2027).

    Por que entra no cálculo: Making contracts with unregistered (mostly offshore) operators void and raising criminal penalties tightens the domestic-only channel for buying crypto. Listing standards limit which tokens residents can buy through licensed dealers.

  • Tributação separada de 20% limitada a “specified crypto assets” vendidos por intermediários registrados

    Aprovada, ainda não em vigor
    Desde
    31 de mar. de 2026
    Categoria
    Incentivos fiscais
    Intensidade
    1 de 3

    Conta apenas na perspectiva: acrescenta 0,7 pontos quando passar a se aplicar

    A reforma tributária do exercício de 2026, aprovada como Act No. 12 of 2026 e promulgada em 31 de março de 2026, cria tributação separada de 20%, sendo 15% nacional e 5% de residentes, para ganhos com “specified crypto assets”, criptoativos cujo nome consta no registro de intermediários FIEA, vendidos a ou por intermediário registrado, com compensação de perdas contra esses ganhos por 3 anos. Intermediários devem informar nome, endereço, My Number e criptoativos negociados de cada cliente ao fisco até 31 de janeiro do ano seguinte. Ainda não está em vigor: a taxa de 20% aplica-se a vendas desde 1 de janeiro do ano posterior à entrada em vigor da alteração da FIEA (Act No. 64 of 2026, promulgada em 23 de julho de 2026), em data fixada por decreto do gabinete dentro de um ano da promulgação, portanto em 1 de janeiro de 2027 ou 1 de janeiro de 2028; as declarações dos intermediários começam um ano depois. Criptoativos fora desse escopo continuam sob tributação progressiva conjunta, sem dedução especial nem inclusão de apenas metade dos ganhos de ativos mantidos por mais de cinco anos, e suas perdas não compensam outras rendas.

    Por que entra no cálculo: The lower rate applies only to tokens and trades inside the domestic registered-dealer channel, which reports every trade with the holder's My Number. Self-custodied, foreign-platform or unregistered tokens keep the high progressive rate under tighter rules, which steers savers into a fully reported domestic channel.

Em discussão (1)

  • Bank of Japan CBDC: no issuance plan, holding limits and remuneration under study

    Em discussão
    Desde
    9 de out. de 2020
    Categoria
    Demanda cativa
    Intensidade
    1 de 3

    Não entra no índice

    In its October 2020 approach paper the Bank of Japan said it had no plan to issue a CBDC for now, and it has since moved from experiments to a pilot programme (since April 2023), with a progress report in June 2026 that says its design work does not fix the design for any actual rollout. The 2020 paper says any general-purpose CBDC would be indirect (distributed through banks and other intermediaries), and that limits on issuance and holdings and whether to pay interest need careful consideration.

    Por que entra no cálculo: A capped, possibly unremunerated digital yen distributed through banks would protect bank deposits (and so bank demand for JGBs) and would not offer a large-scale risk-free alternative to them.

Revogada (1)

  • Controle da curva de juros e política de juros negativos

    Revogada
    Desde
    19 de mar. de 2024
    Categoria
    Financiamento pelo banco central
    Intensidade
    3 de 3

    Não entra no índice

    Em 19 de março de 2024, o Bank of Japan (banco central do Japão) encerrou o Quantitative and Qualitative Monetary Easing with Yield Curve Control (afrouxamento monetário quantitativo e qualitativo com controle da curva de juros) e a política de juros negativos, fixando a taxa interbancária de um dia em cerca de 0 a 0,1 por cento. Inicialmente, manteve compras de JGBs de cerca de 6 trilhões de ienes mensais.

    Por que entra no cálculo: Por anos, o regime fixou rendimentos longos dos JGBs e taxas curtas em zero ou abaixo, mantendo o retorno dos poupadores abaixo da inflação; seu legado é o enorme estoque de JGBs do banco central.

Antes de hoje

8 exemplos de Japão no conjunto de instrumentos, do passado e do presente, agrupados conforme a função do instrumento. Cada um inclui links para o instrumento, seus outros exemplos e a lei citada.

DirecioneDirecione a poupança para o Estado

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Leituras adicionais

  • What about Japan?

    Chien, Cole, Lustig · Federal Reserve Bank of St. Louis, 2025

    The March 2025 revision examines how Japan’s public sector finances longer-duration risky assets with cheap, largely floating-rate liabilities. Falling real rates expand fiscal room but can disadvantage younger and less financially sophisticated households whose portfolios lack comparable duration.

  • Macroprudential tools, capital controls, and the trilemma: Insights from the Bretton Woods era

    Monnet · CEPR, 2018

    Shows that Bretton Woods capital controls often made domestic credit controls effective rather than simply sustaining international interest-rate gaps. This cautions against measuring repression or monetary autonomy solely from observed interest-rate differentials.

  • The Liquidation of Government Debt

    Reinhart, Sbrancia · IMF, 2015

    Reconstructs government debt portfolios to measure the transfer from savers to governments when controlled interest rates combine with inflation. It finds substantial postwar debt liquidation and explains why high debt after the global financial crisis could revive these policies.

  • Tracking Global Demand for Advanced Economy Sovereign Debt

    Arslanalp, Tsuda · IMF, 2012

    Builds comparable sovereign-debt holdings by investor group and introduces indicators of exposure to investor withdrawals. It documents increased bank exposure to home-country government debt after 2008, providing data for studying captive demand without assuming every domestic holding is coerced.

  • Financial repression: Then and now

    Reinhart, Kirkegaard · CEPR, 2012

    Documents the post-2008 return of negative real rates and policies that encourage domestic institutions to absorb public debt. The authors interpret preferential regulatory treatment, pension restrictions and deposit-rate limits as possible modern forms of repression.